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Região de Periperi concentra maior número de mortes em Salvador

A região de Periperi foi a que concentrou até então o maior número de mortes em 2013, segundo o mapeamento dos homicídios ocorridos na Região Metropolitana de Salvador (RMS), realizado

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pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia. De acordo com o levantamento, foram 97 mortes nos cinco primeiros meses deste ano na área, que incluiu 15 bairros e tem aproximadamente 340 mil moradores. Com uma Base de Segurança, duas delegacias e três companhias da Polícia Militar, a média na região é de um policial para cada 462 habitantes. A Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda no mínimo um policial para 250 pessoas. Já na 16ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp) – formada por Pituba, Itaigara e Caminho das Árvores – existem 410 policiais (militares e civis) e cerca de 88 mil habitantes, ou seja, um policial para cada 215 moradores.

 

Fonte: BahiaNotícias.com

Salvador registra redução de 30% no índice de violência em abril

O índice de crimes de morte (homicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte) em Salvador caiu 30,3% em abril, em relação ao mesmo mês em 2012. O resultado foi divulgado ontem pela Secretaria da Segurança Pública durante a reunião do Pacto pela Vida, programa do governo da Bahia que reúne, além das autoridades policiais, representantes do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria e de secretarias estaduais.

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De janeiro a abril, a queda no índice na capital ficou em 13,2% com relação ao primeiro quadrimestre de 2012: foram 537 crimes letais este ano contra 619 no ano passado.  “Isso é resultado de uma ação focada na prisão dos autores de homicídio e também de maior presença ostensiva da polícia na rua”, afirmou o secretário da Segurança, Maurício Barbosa. O secretário informou que os  101 CVLIs (Crimes Violentos Letais Intencionais, índice usado pela SSP) registrados em abril representam o menor número mensal em seis anos.

Na Região Metropolitana, onde os CVLIs  estavam em queda, houve, entretanto, um aumento. Em abril, o índice subiu 16,9%: foram 69 crimes de morte  em 2013 contra 59 em 2012.

De janeiro a abril, a região ainda está com índice favorável: nos quatro primeiros meses de 2013, o número de crimes letais registrou queda de 23,2% em relação ao mesmo período de 2012. Foram 328 no ano passado contra 252 de janeiro a abril. “Temos preocupações pontuais, mas o balanço geral mostra que há uma consistência na redução”, disse o secretário.

O índice de  CVLIs serve como base de cálculo para o Prêmio por Desempenho Policial, que vai dar gratificações para policiais das áreas que registrarem redução no número de crimes de morte. O pagamento será feito, pela primeira vez, no mês de abril de 2014. O valor pode chegar a R$ 4 mil para delegados, oficiais e peritos e a R$ 2,8 mil para investigadores, escrivães e praças.  A gratificação só será paga se a queda chegar a 6%, meta geral estabelecida pelo governo. Os agentes das áreas onde a redução for maior receberão as maiores gratificações.

Policiais de algumas áreas integradas de segurança pública (Aisps) podem, após quatro meses, começar a fazer contas. O índice de CVLIs caiu significativamente na Boca do Rio (-58%), em Pau da Lima (-46,6%) e no CIA (-40%). Na Região Metropolitana, as áreas com maior redução foram Dias D’Ávila (-60,9%), Camaçari (-28,9%) e Simões Filho (-25,5%).

Bairros
Na capital, dividida em 16 Aisps, a região que mais preocupa é a de Brotas. O número de crimes letais subiu 84,2% nos quatro primeiros meses de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado: subiu de 19 para 35.  Apenas em maio, foram registrados 10 crimes de morte.

O coronel Silvino Berlinck, do Comando de Policiamento Regional da Capital, atribuiu parte desse aumento à disputa entre traficantes do Candeal e do Buraco da Jia e relatou os planos da PM e da Polícia Civil para reduzir a criminalidade.

Nas reuniões quinzenais do Pacto pela Vida, os policiais militares e civis das áreas com índices em alta fazem uma análise das causas para a violência e as providências tomadas. As Aisps da capital foram agrupadas em três Risps (Regiões Integradas de Segurança Pública): Atlântico (que inclui Brotas, além de Barra, Pituba, Nordeste, Rio Vermelho, Boca do Rio e Itapuã), Central (Aips de Tancredo Neves, Cajazeiras e Pau da Lima) e BTS (Aips de Periperi, CIA, São Caetano, Bonfim, Liberdade e Barris).

Na reunião de ontem (09/05), policiais debruçaram-se sobre problemas de Brotas, Tancredo Neves – onde o índice quinzenal (7 mortes) foi igual ao do mesmo período em 2012 – e São Caetano, cinco mortes em 15 dias, igual a 2012.
Nas Aisps da Barra e da Pituba, não houve crimes letais em abril. Na segunda quinzena, as Aisps dos Barris, do Rio Vermelho e do Bonfim registraram apenas uma morte. Na Liberdade, foram apenas dois crimes em 15 dias.

“Infelizmente, quando ocorre um crime como esse na  Piedade, há um impacto terrível na sensação de segurança. As pessoas sentem-se naturalmente desprotegidas, mesmo que os números indiquem uma redução”, lamentou Barbosa. Para ele, nesses casos, o que a polícia pode fazer é trabalhar rápido para prender os responsáveis e impedir que haja também uma sensação de impunidade.

 

 

Fonte: Correio24horas.com

Secretaria de Segurança Pública se defende após artigo publicado em jornal inglês

A Secretaria de Segurança Pública respondeu o artigo do jornal britânico Daily Mail, que denunciou “uma onda de violência sem precedentes” em Salvador. Em comunicado à imprensa, a SSP-BA afirmou que, no primeiro trimestre de 2013, houve uma diminuição de 20% nos homicídios acontecidos no estado. O jornal havia informado a existência um aumento de 250% neste quesito.

A nota da SSP afirma ainda que, onde foram instaladas as Bases Comunitárias de Segurança, houve uma redução média de 60% no índice de criminalidade. O texto do Daily Mail citou dois lugares nos quais há as bases: Fazenda Coutos e Nordeste de Amaralina. A assessoria de comunicação da SSP informou ao Metro1 que a equipe da Reuters que fez as imagens contou com a colaboração da Polícia Militar e questionou o fato de que o artigo não ouviu o lado da PM.

“A SSP lembra que, só este ano, investiu mais de R$ 44 milhões em equipamentos, entre viaturas, armamentos, coletes balísticos e munição, e R$ 33 milhões na aquisição de duas novas aeronaves, um helicóptero modelo EC 145, com capacidade para 11 pessoas, e um avião monomotor turbo hélice para reforçar o enfrentamento ao crime”, diz o texto.

 

Fonte: Metro.com

Escolas da capital baiana registram uma ocorrência policial por dia

De acordo com a Secretaria de Educação do Estado da Bahia, no estado são 1.385 escolas, 229 é o total em Salvador. Já pela prefeitura, são 431 instituições de ensino na capital.

Agressões
Há cerca de 15 dias, uma professora da Escola Estadual Solange Hortélio Franco, no Uruguai, passou por momentos de pânico. Ela resolveu juntar duas turmas do noturno.

“Alguns alunos não quiseram, mas a professora argumentou que pra ela não havia problema porque iria para casa de carro, enquanto alguns alunos teriam de ficar expostos à violência do bairro nos pontos de ônibus”, conta Nilo Araújo, vice-diretor do turno.

Um estudante disse na sala: “Professora, estou cheio de ódio e se eu tivesse algo pontiagudo nas mãos furaria seu pescoço”, conta Araújo. Segundo ele, a professora não foi trabalhar no dia seguinte com medo e o aluno foi suspenso por dois dias. “O aluno pediu desculpas e disse que guardava mágoa da professora porque certa vez ela saiu da sala e pediu para uma funcionária tomar conta de um data-show. Ele interpretou a atitude como se a professora tivesse insinuado que ele fosse roubar o equipamento”, completa o vice-diretor.

Os alunos não são os únicos agressores. Na Escola Municipal do Pescador, em Itapuã, uma professora foi esbofeteada pela mãe de um aluno, em maio do ano passado. A professora tinha chamado a atenção de um dos alunos.
No dia seguinte, a mãe foi à escola agitada e procurou pela professora, que não teve chance de defesa. Sem que ao menos explicasse a situação, a professora recebeu a primeira de uma sequência de agressões. “Foi um gesto de impulso da mãe. A professora é tranquila, naquele dia estava substituindo outra professora que estava de licença”, conta a diretora Silvania Leão.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), Rui Oliveira, acredita que um dos motivos para a existência de casos como esse é a mudança na estrutura familiar. “Antes, o pai entregava o filho na escola e todos tratavam o professor com respeito, também como alguém da família”, diz.

Segundo uma das representantes da APLB, Jacilene Nascimento, muitos professores estão em restrição funcional. “Sem condições de reger a classe, muitos sofrem com síndrome do pânico e transtornos de bipolaridade, por causa dessas situações. Nessas condições, o professor deveria ser transferido para outra unidade, mas isso não acontece porque fica a cargo da secretaria”, disse.

A coordenadora do Programa de Atenção à Saúde e Valorização do Professor da Secretaria Estadual de Educação, Maria Regina dos Anjos, afirma, porém, que os casos de violência são pontuais. “São pouquíssimos casos. Nós fazemos oficinas de caráter preventivo e acompanhamento no espaço escolar”, diz.

Segundo ela, a informação de que os professores não são transferidos não procede. “Quando acontece alguma eventualidade, a secretaria assume e tenta tomar todas as medidas cabíveis para lidar com o problema”.

Riscos
Um professor de Educação Física, da Escola Municipal Dona Arlette Magalhães, em Castelo Branco, chegou a ser transferido depois de um trauma. No começo deste ano, ele teve uma arma apontada para a cabeça. Dois homens pularam o muro da escola e intimidaram o professor para tomar os equipamentos utilizados nas aulas . “Em pânico, o professor foi transferido e hoje está em trabalho administrativo na Secretaria de Educação”, relata um dos professores.

Para a supervisora da Subcoordenadoria de Apoio e Assistência ao Educando da Secretaria Municipal de Educação, Luciene Costa, a violência contra os professores é algo que deve ser combatido com ajuda da sociedade. “A escola, sozinha, não tem condições de resolver. É um problema social que precisa da ação de toda a comunidade, da família e do poder público”.

Luciene classificou a situação como “um desafio”. “Procuramos fazer isso para saber se aquela conduta foi por conta de uma situação social ou por conta de algum transtorno”, ponderou. No entanto, ela admite que não há um projeto específico para os casos de professores agredidos.

Para tentar curar um trauma, a psicoterapeuta Eurides Pimentel recomenda que o professor procure assistência psicológica. “Se não, é possível desenvolver depressão, síndrome do pânico. É um acidente de trabalho, no qual a assistência à vítima deve ser cobrada”, explica

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a especialista.

Violência escolar reflete casos que acontecem dentro de casa
A promotora Edna Sara Dias de Cerqueira, do Ministério Público Estadual (MPE), indica que a violência na escola reflete os problemas familiares. “Normalmente essas situações são comuns com criança ou adolescentes que vêm de um ambiente violento e eles acabam reproduzindo. É uma tendência”, analisa.

Segundo ela, o MPE adota medidas como representação criminal, resultando em medidas socioeducativas ou até a internação – nos casos mais graves – ou na remissão (perdão), quando se consegue harmonizar a situação, quando se sabe que o aluno não mais voltará a repetir o ato.

A Polícia Militar, através de nota, informou que a corporação conta com 400 policiais militares, 15 viaturas e dez motocicletas no grupo chamado Ronda Escolar, que além do policiamento nos estabelecimentos de ensino também realiza palestras, visitas e apresentação de peça teatral. A Ronda Escolar complementa o policiamento já realizado pelas companhias independentes nas localidades onde as escolas estão instaladas. Em 2013, foram 90 ocorrências atendidas pela PM nas escolas de Salvador.

Falta investir na formação do professor, diz especialista
Para a socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da Área da Juventude e Políticas Públicas da Faculdade Latina Americana de Ciências Sociais (Flacso – Rio de Janeiro), é necessário que os governos estaduais e municipais invistam em cursos de formação de professores que abordem debates sobre mediação de conflitos, diversidade, violências e desafios na construção de planos de convivência escolar.

“Há 50 anos, a escola era um ambiente sagrado, hoje a escola não tem mais um espaço respeitado. Não existem políticas públicas. Alunos e professores vivem com medo. Falta diálogo”, explica. Abramovay, que já escreveu cinco livros sobre o tema, pontua que as questões de violência são colocadas em segundo plano nas escolas.

Fonte: Correio24horas.com

Policiais civis decidem na próxima terça se farão paralisações

Uma assembleia na próxima terça-feira (30) definirá se policiais civis do Estado da Bahia farão paralisações. A reunião foi marcada em caráter de urgência por causa do não cumprimento pelo governo do Estado do acordo de reajuste salarial, segundo informa o Sindicato de Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindipoc). A assembleia acontecerá às 9h na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia – AFPEB, na rua Carlos Gomes.

 

 

Fonte: Metro1.com

Crimes cometidos durante a greve da PM da Bahia serão julgados pela Justiça Federal e Militar

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) encerrou o conflito de competências instalado pela Auditoria Militar sobre a competência de julgamento dos crimes cometidos durante a greve da Polícia Militar da Bahia em 2012. O STJ determinou que os crimes tipificados na Lei da Segurança Nacional, cometidos na greve da Polícia Militar, entre 31 de janeiro e 10 de fevereiro de 2012, deverão ser julgados pela Justiça Federal. A decisão proferida pelo STJ no último dia 4 ainda determinou que a Justiça Militar deverá processar e julgar os crimes militares de motim, revolta e conspiração. O parecer foi apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF), através do subprocurador-geral da República, Eitel Santiago de Brito Pereira. O parecer confirmou o posicionamento do MPF baiano. O conflito foi apresentado pela Auditoria antes de receber a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA) contra 84 policiais militares por motim, revolta e conspiração, crimes previstos no artigo 149 do Código Penal Militar. A Auditoria Militar alegou que a competência para julgar os crimes era da Justiça Federal para todos os casos. Já a 17ª Vara Federal, remeteu os autos ao STJ para decidir em qual instância os crimes possam ser julgados. O Código de Processo Penal e a Súmula 90 do STJ determinam que o concurso dos crimes tipificados não é um fator para justificar a unificação do processamento e julgamento na Justiça Federal.

 

Fonte: Bahia Notícias

Ministro da Justiça diz que redução da maioridade penal é inconstitucional

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse na quinta-feira (11), em São Paulo, que o seu ministério é contra a diminuição da maioridade penal. Segundo Cardozo, no seu entendimento, a redução é inconstitucional. “A redução da maioridade penal não é possível, a meu ver, pela Constituição Federal. O Ministério da Justiça tem uma posição contrária à redução, inclusive porque é inconstitucional. Em relação a outras propostas, eu vou me reservar o direito de analisá-las após o seu envio”, disse, após participar esta tarde de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) sobre programas federais de segurança.

A ideia de mudança na maioridade penal foi proposta hoje pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Ele declarou que pretende enviar ao Congresso Nacional um projeto para tornar mais rígido o Estatuto da Criança

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e do Adolescente. A proposta do governador é que adolescentes que tenham cometido crimes e tenham completado 18 anos não fiquem mais na Fundação Casa. O governador também defendeu penas maiores para os crimes graves ou reincidentes.

Alckmin se manifestou sobre o assunto ao ser perguntado pelos jornalistas sobre a morte de um jovem em um assalto quando chegava ao prédio onde morava, na zona leste da capital. O estudante Victor Hugo Deppman, de 19 anos, foi morto na terça-feira (16). O agressor, um adolescente de 17 anos, completa 18 anos amanhã (12). Segundo o delegado André Pimentel, que fez a prisão, ele cumprirá pena socioeducativa, pois o crime foi cometido quando ainda era menor de idade.

O ministro da Justiça disse, em entrevista à imprensa, que ainda pretende conhecer a proposta do governador de São Paulo sobre a redução da maioridade penal. Ele também falou que não entende que o menor, que cumpre pena, tenha que ser encaminhado para um presídio em vez da Fundação Casa. “Temos uma situação carcerária no Brasil que, vamos ser sinceros, temos verdadeiras escolas de criminalidade em muitos presídios brasileiros. Há exceções, mas temos situações carcerárias que faz com que certos presos lá adentrem e, em vez de saírem de lá recuperados, saem vinculados a organizações criminosas. Toda essa situação tem que ser cuidadosamente pensada e analisada”, disse.

 

Fonte: Agência Brasil

Ilha do medo em Itapuã: rua tem série de casas invadidas durante a noite

Roubado oito vezes, um mercadinho da rua da Ilha é campeão de arrombamentos.

Antes de se deitar, o estudante de Direito Rodrigo Codes, 25 anos, tinha certeza que havia deixado a carteira em cima da mesa da sala. No dia seguinte, bem cedo, não a encontrou mais lá. Cismado, indagou à irmã. Acabou ouvindo como resposta outra pergunta. “E você, pegou meu laptop?”.

Naquele momento, a mãe deu por falta do outro computador. O pai, das duas máquinas fotográficas digitais. “E cadê o rádio-relógio?”, emendou Rodrigo. Foi quando, juntos, todos chegaram à mesma conclusão: haviam sido roubados durante a madrugada. Ninguém percebeu qualquer movimento suspeito.

Naquela noite, há uma semana, a casa 7, onde Rodrigo mora com a família, entrava para uma extensa lista de imóveis invadidos por ladrões na Rua da Ilha, em Itapuã. Em um ano, a rua de classe média, com pouco menos de 1 quilômetro de extensão, teve pelo menos dez casas arrombadas. O levantamento é dos próprios moradores, que fazem coleções de boletins de ocorrência registrados na 12ª Delegacia (Itapuã).

 

Hora do ladrão
Geralmente, os bandidos agem da mesma forma. São discretos. Sequer são vistos. Não há uma regra de horário para os ataques, mas existe uma preferência. “Chamamos aqui de ‘a hora do ladrão’. Entre 2h e 3h da manhã, quando o sono está mais pesado”, diz o funcionário público Raimundo Coutinho, que em agosto do ano passado teve a casa invadida de madrugada.
Após jantar fora, Raimundo chegou em casa por volta de 1h. “Tomamos uma garrafa de vinho antes de dormir. Pra quê? O sono pesou demais”, diz o funcionário público. Na manhã seguinte, sentiu falta de notebook, celular, máquina fotográfica e R$ 350.

s bandidos haviam pulado o muro lateral, pela casa do vizinho, de quem já tinham roubado uma quantia em dinheiro e assaltado, vejam só, a geladeira. “Fizeram um lanche na cozinha e levaram até as frutas”, conta Armênio Bordim, 54 anos, que agora conta com a guarda de Tum, um pit bull.

Limpa  
O dono da residência de número 46, José Souza Menezes, conta que já foi invadido três vezes. Os ataques são a prova de que os bandidos não escolhem o que roubar. Carregam o que encontram pela frente. Nas duas primeiras vezes, ano passado, subiram pelo muro do vizinho e levaram roupas, sapatos e, novamente, frutas. Na última vez, este ano, roubaram um botijão de gás e materiais de construção.

“Fizeram a limpa. Carregaram máquina de furar, carrinho de mão e até fios elétricos da obra que estava fazendo”. No caso de seu José, o prejuízo não foi apenas com os arrombamentos. Além das três invasões, a família teve três carros roubados, outro problema frequente na rua (ver box). “No último, me deram uma coronhada”.

Basta bater na porta das casas. É difícil encontrar alguma que não tenha sido invadida. No mês passado, o comerciante Ademário Brasil sequer ouviu o portão da garagem ser arrombado. Dormia no andar de cima enquanto os ladrões “faziam a festa” no andar de baixo. “Levaram aparelho de som, óculos e uma boa quantia em dinheiro”, relata.

Nem os moradores do único condomínio fechado da rua escaparam dos ladrões da madrugada. De 2012 para cá, três casas foram assaltadas, contam. Numa delas, Roque Muniz de Brandão, 81, dormia com filhos e netos na hora da invasão. Levaram R$ 4 mil em eletrônicos. “O susto você só toma no dia seguinte. A Rua da Ilha está entregue”, reclama. Após os assaltos, o condomínio instalou cerca elétrica e câmeras, além de seguranças 24 horas.

Nem todos têm a sorte de só saber que foi assaltado de manhã. Há um ano, uma idosa, que não quis se identificar, narra que saiu correndo da própria casa quando, por volta das 21h, viu um ladrão entrando. “Eu mesma não ia enfrentar ninguém. Aí saí correndo. Levaram besteira, mas só o susto…”.

As poucas casas comerciais da rua também sofrem. O minimercado Ilhabela contabiliza  oito assaltos — três este ano. O último não tem 30 dias. Em metade, os bandidos arrombaram as portas na madrugada. “Quando eles não entram na tora, chegam armados. Levam dinheiro, cigarros, bebidas”, diz o dono, Reinaldo Coutinho.
Nem sempre o roubo se dá às escondidas. No início deste mês, a única farmácia do bairro foi assaltada às 9h. O funcionário Edmar Queiroz teve que passar todo o dinheiro do caixa. “Botaram uma arma na minha cintura”, conta.

Moradores gastam com vigilância e vivem em ‘prisões domiciliares’
Muitas das vítimas de assalto na Rua da Ilha são antigos moradores que simplesmente insistem em ficar. Para isso, têm que investir alto em segurança. Rodrigo Codes, que teve a casa invadida semana passada, vai gastar R$ 3 mil para aumentar o muro e instalar cerca elétrica e alarme. Dezenas de moradores já fizeram o mesmo há muito tempo.
Há quem aposte em soluções mais baratas. O comerciante Alex Sandro dos Santos, 34 anos, adquiriu dois cães depois que sofreu uma tentativa de arrombamento. “Da última vez, o ladrão trouxe uma fêmea no cio para distrair os cães. Mesmo assim, um deles latiu sem parar e eu acordei. Aí o cara foi embora”, conta.
Vários moradores parecem viver presos. Há casas com grades suspensas no teto, entre o muro e o telhado. Câmeras de segurança estão por toda parte. “Moramos em prisões domiciliares”, ilustrou Alex Sandro dos Santos. O CORREIO não conseguiu falar com a administração do condomínio Bosque de Itapuã, um dos que mais investiram em prevenção. “Aqui é mais difícil de assaltar. Mas tem um mês que roubaram o carro de um morador antes de entrar no portão”, conta o porteiro, que também já foi assaltado. Aliás, aconteceu o mesmo com o administrador.

Ilha dos Ratos: ‘Rua é cercada por áreas de tráfico de drogas’, diz comandante da 15ª CIPM
O que torna a Rua da Ilha uma das mais visadas de Itapuã é a sua localização. A opinião é do major André Borges, comandante da
15ª CIPM, responsável pelo policiamento ostensivo. “A Rua da Ilha é uma via de classe média que tem em suas margens o Alto do Coqueirinho e o chamado KM-17, locais de intenso tráfico de drogas”. O major garantiu que vai intensificar o policiamento no local e pretende se reunir com os moradores para montar uma estratégia de prevenção.

‘Alguém falou comigo?’, responde agente sobre investigações
Apesar do medo de represália da maioria, alguns moradores da Rua da Ilha fizeram questão de mostrar os Boletins de Ocorrência registrados na polícia. O delegado titular da 12ª DT, Antônio Carlos Magalhães Santos, disse, no entanto, que assumiu o cargo há um mês e passou a incumbência de explicar o que será feito para combater os assaltos ao Serviço de Investigação (SI) da unidade.

O chefe do SI, Júlio Oliveira, por sua vez,  disse não estar ciente de tantas ocorrências. “Não temos conhecimento”, afirmou. Informado de que os moradores haviam registrado os BOs, o investigador disse que precisa ser comunicado pessoalmente. “Mas alguém falou diretamente comigo?”, argumentou. Os moradores questionam também a atenção recebida na delegacia e, reconhecem, não registram mais boletins. “Minha casa foi assaltada três vezes. Na primeira, gastei mais de duas horas e meia para registrar queixa. Não tive nenhum retorno. Vou voltar para quê?”, indagou o morador José Menezes.

Joselito Guimarães, membro do Conselho Comunitário de Itapuã e morador da rua, diz que a polícia não inspira confiança. “Calculamos 15 assaltos em Itapuã todos os dias. As pessoas perderam a confiança na polícia, aí não denunciam”.  Sobre o atendimento na delegacia e o desconhecimento das ocorrências, o delegado garante que, desde que assumiu a unidade, tudo funciona normalmente. “Não posso responder pela gestão anterior”, afirmou.

Região é recordista de roubos de carros
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a 12ª Delegacia (Itapuã) pediram tempo para levantar dados de assaltos a casas  no bairro. No site da SSP, a Área Integrada de Segurança Pública (Aisp 12), que envolve Itapuã, Alto do Coqueirinho, São Cristóvão, Bairro da Paz e outras localidades, é campeã de roubos de carros – 854 em 2012. A 2ª colocada, Aisp 11 (Tancredo Neves), teve 782.

 

Fonte: Correio24horas.com

Polícia Federal e MP realizam operação em produtoras baianas para apurar desvios

Mais de 151 promotores de Justiça, juntamente com representantes da Polícia Federal, realizam uma operação na manhã desta terça-feira (9) para combater o superfaturamento em verbas públicas em todo o país. Batizada de “Máscara Negra”, a ação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na Bahia: quatro deles em Salvador e um outro no município de Serrinha, a 173 km da capital. A operação investiga corrupção e desvio de verbas neste esquema em 12 estados brasileiros.

Na Bahia, o Ministério Público do Estado afirma que o papel dos promotores envolvidos é o de coletar documentos, contratos e discos rígidos para averiguar se houve superfaturamento em shows contratados por municípios do Rio Grande do Norte e intermediados por empresas de produção de eventos baianas. Se comprovado, o Ministério Público irá determinar o prejuízo aos cofres públicos e repassar os dados ao Rio Grande do Norte, para que sejam tomadas as ações cabíveis.

Segundo o UOL, cada um dos escritórios investigados administra de duas a cinco bandas. Os artistas não seriam beneficiados pelo esquema criminoso, mas as prefeituras e os empresários intermediadores, que ficavam com o valor excedente do superfaturamento. Os shows teriam acontecido nos últimos dois anos e o material coletado pela PF e pelo MP deve levar pelo menos 60 dias para ser analisado.

Três promotores da Bahia participam da operação: Ariomar Figueiredo, Marcos Pontes e Gervásio Lopes, todos integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais (Gaeco).

Brasil
Mais de 1200 policiais integram a operação “Máscara Negra” em todo o país, que tem por objetivo analisar um gasto de verbas públicas que ultrapassa R$ 1,1 bilhão. Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o valor é decorrente de desvios nos municípios e estados, pagamento de propinas, superfaturamento de produtos e serviços, utilização de empresas fantasmas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.Ao todo, deverão ser cumpridos 86 mandados de prisão, 311 de busca e apreensão, 65 bloqueio de bens e mais 20 mandados de afastamento das funções públicas. Além da

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Bahia, a operação acontecem em outros 10 estados, dentre eles Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte e Rondônia.

Fonte: Correio24horas.com.br

Segurança, emprego e saúde foram temas de debate na Câmara nesta segunda (1)

Os trabalhos na Câmara Municipal de Salvador neste mês de abril começaram nesta segunda-feira (1º) com propostas envolvendo serviços prestados na capital baiana. O vereador Alberto Braga (PSC) protocolou um projeto de indicação propondo que os guardas municipais reforcem a segurança nos jogos e eventos da Arena Fonte Nova. De acordo com Braga, os guardas ficariam responsáveis por preservar o patrimônio público.

No projeto que foi indicado ao secretário de Segurança Pública, Maurício Telles Barbosa, o vereador ressalta o valor gasto na construção do equipamento e a importância de sua conservação. “A ideia é que a polícia militar proteja os torcedores e os guardas municipais o patrimônio público, evitando que vândalos quebrem objetos como cadeiras e lâmpadas do estádio ou até mesmo urinem nas paredes”, disse.
SAMU

Médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), estiveram presentes na Câmara Municipal em busca de apoio dos vereadores contra a evasão dos profissionais do órgão. Segundo a médica Milena Chagas Ramos, a falta de médicos pode impactar bastante no atendimento do SAMU. “É preciso evitar a tendência gradual e expressiva dos funcionários e médicos que pode ocasionar um colapso e a suspensão dos serviços de urgência na cidade”, explicou.

SIMM

Já o vereador J. Carlos Filhos (PT) destacou e solicitou ao prefeito ACM Neto, a implantação de uma unidade do Serviço Municipal de Intermediação de Mão de Obra (SIMM) na região do Subúrbio Ferroviário. Segundo o vereador, esta medida vai ampliar o acesso dos moradores do local às oportunidades de trabalho.

Além disso, o petista pontuou que a região do Subúrbio está

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distante dos atuais pontos do serviço, no Comércio, Cabula, Cajazeiras e Boca do Rio, destacando o número de habitantes do local. “De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Subúrbio Ferroviário possui aproximadamente 600 mil habitantes”, ressaltou.

Fonte: iBahia